Barack Obama quer adicionar você como amigo no Facebook.
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From Vermelho.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou na sexta-feira (19/06/09) que o G8, o grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo e mais a Rússia, “morreu”. “O G8 morreu. Não representa mais nada”, disse Amorim, após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris. “Eu não sei como vai ser o enterro, às vezes o enterro ocorre lentamente.“Hoje, por qualquer critério, economias como China, Brasil e Índia são economias importantes, que têm um efeito na economia mundial maior do que muitos outros que estão no G8″, salientou.
“Essas economias (do G8) continuarão a ser importantes, mas elas não podem substituir a imprescindível presença de países como a China, o Brasil, a Índia, e mesmo a África também tem de ser representada.”Amorim falou à imprensa após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris, que comemorou os dez anos da cátedra de Mercosul na instituição e que contou também com a presença do diretor-geral da OMC, Pascal Lamy.
From GEO e BBC Brazil.
Na sessão de ontem (17/06/09) que pôs ao fim a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista, o Minstro do STF disse..."Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até à saúde e à vida dos consumidores". Leia mais aqui e aqui. From Folha.
1962 à 2009, lá se vão 47 anos do castigo imposto à Cuba de Fidel. Em janeiro de 1962, a OEA (Organização dos Estados Americanos) excluiu o país por considerar o regime adotado pela ilha imcompatível com os princípios da entidade. De acordo com a OEA, a reincorporação de Cuba à OEA, só depende do governo cubano. Porém tanto Fidel, como seu irmão e presidente, Raúl Castro afirmaram que não estão interessados em voltar à entidade por considerarem que trata-se de um instrumento dos EUA para o controle regional. Fidel Castro ainda disse mais...Em seu artigo para o Gramma, acusou a OEA de ser cúmplice de crimes cometidos contra Cuba.
Pra reavivar a memória e transportá-la para os dias atuais, onde ainda precisamos de vários corneteiros, para vencermos essa grande barreira de levarmos conhecimeto à aqueles que ainda acreditam em contos da carochinha...Em 1815, a batalha de Waterloo acabava de vez com o furacão napoleônico. Ocupado pelos franceses, Portugal mantivera sua legitimidade trazendo a família real para o Brasil, estratégia que tornou o Rio de Janeiro a capital do reino. Com isso, os portugueses criavam uma situação inusitada: o “Portugal europeu” virava uma colônia do “Portugal americano” e o Brasil era elevado à categoria de reino unido. De jure, não éramos mais uma colônia portuguesa, situação que trouxe como conseqüência a abertura dos portos. Chegando ao Brasil como príncipe regente, dom João 6º – que foi coroado aqui após a morte de sua mãe, a rainha Maria 1a de Portugal – não queria voltar para a Europa. Ele nutria o desejo secreto de transferir a capital de Portugal para o Brasil. Em 1820, depois de cinco anos de ditadura militar – período em que um general inglês ocupou o trono de Portugal, vazio após o fim da ocupação francesa – os portugueses se revoltaram, elegendo uma Constituinte e promulgando uma Constituição que reconhecia dom João 6o como chefe de estado, intimando-o a voltar ao país e assumir o trono. Resignado, o monarca retornou a Portugal, deixando aqui seu filho Pedro, o herdeiro do trono, a quem instruíra para promover a nossa independência – que estaria melhor nas mãos dele do que de aventureiros, como acontecia com nossos vizinhos de continente. Para garantir o filho que ficava no Brasil, ao retornar a Portugal dom João deixou aqui as guarnições portuguesas que vieram com ele em 1808. Proclamada a independência em 1822, na Bahia o general português Madeira de Mello – considerando o gesto uma traição a Portugal – decidiu resistir à emancipação. O Brasil ainda não tinha uma força armada, e Portugal mantinha suas guarnições aqui. Para enfrentar o general Madeira de Mello, que contava com tropas veteranas em batalhas européias, dispúnhamos basicamente de alguns voluntários bisonhos, que nunca haviam recebido batismo de fogo. Os nossos veteranos eram poucos. Entre eles havia um corneteiro, Luis Lopes – um negro experiente em toques de comando. Mesmo assim, esse exército marchou para a Bahia, enfrentando as tropas portuguesas na batalha de Pirajá, disputada no Recôncavo Baiano. É óbvio que os portugueses levaram vantagem.